Uma vênia e uma continência à sua beleza Aos seus ombros com patências de princesa Que fazem corações dispararem sem mirar Almas entrarem em guerra para a conquistar
Sou escravo de ti. Aquele que nada te nega Sou devotado; eu sou "suas nêga" O que eu não faço!? O que eu não fiz!? O que eu não faria para te deixar feliz!?
Eis-me aqui defronte à vossa vistosa janela Acompanhado de uma banda improvisada de amigos Se eu desafinar e a serenata não sair mui bela Ao menos, prestai atenção naquilo que eu digo
Milhares de vezes vos amo, sabeis? Dar-vos eu iria centenas de anéis Ametistas, gargantilhas de pedras e metais Para agradecer a felicidade enorme que me dais